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Stereoptik (França)

ANTICHAMBRE

 

SÃO LUIZ TEATRO MUNICIPAL - Sala Luis Miguel Cintra

24 de maio às 21h (sáb) | 25 de maio às 17h30 (dom)

Estreia Nacional

 

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Técnica: Teatro de objetos, pintura ao vivo, vídeo, música Idioma: Sem palavras Público-alvo: +8 (A classificar pela CCE) Duração: 50 min.

 

Um cineconcerto fascinante, manipulado e construído ao vivo. Imaginem um mundo onde a primeira coisa que vemos quando conhecemos alguém são os seus sentimentos, as suas sensações, as suas emoções...

 

 

Um poema visual e musical que é um filme de animação e um espetáculo. Tudo ao mesmo tempo. Combina animação, stop-motion, pintura, teatro de objetos e música. Antichambre mergulha-nos no processo criativo de um filme e guia-nos pelo caminho das ideias que lhe deram vida.

 

Na arte, nunca se perde nada, tudo se transforma, tudo evolui. Antichambre leva este princípio ao extremo, partilhando com o público todas as etapas do processo criativo. De cada lado do palco, uma mesa de desenho e instrumentos musicais, por onde Romain Bermond e Jean-Baptiste Maillet nos levam: primeiro um esboço, uma borracha que o apaga, uma pintura é composta, uma paisagem ganha forma... À medida que o espetáculo avança, os processos visuais e musicais são enriquecidos, a cor emerge e as silhuetas de papel começam a dançar, tudo acompanhado por música ao vivo que nos mergulha no mundo criativo, poético e onírico dos dois artistas.

 

Nesta história, um jovem absorvido pelo seu trabalho encontra uma fotografia da sua infância. Esta imagem permitir-lhe reencontrar a sensibilidade, a imaginação, o deslumbramento e as maravilhas enterradas no seu íntimo. Voa sobre a Amazónia, mergulha nas profundezas do oceano, conhece criaturas quiméricas e apaixona-se. As suas viagens imaginárias vão transformá-lo para sempre. No final, o público descobre o filme na sua totalidade.

 

Esta performance, interpretada a quatro mãos, comove-nos e mostra-nos o que se passa nos bastidores de uma criação: a sua ‘antecâmara’. Antichambre não é apenas um espetáculo, é uma explosão de arte ao vivo e uma carta de amor ao processo criativo.

 

"Somos suavemente arrebatados pela graça deste poema visual e musical cheio de delicadeza." - Joëlle Gayo, Le Monde

 

"Stereoptik, uma dupla de músicos e artistas plásticos, oferece-nos um interlúdio poético, desligando-nos do mundo durante o espetáculo e deixando emergir paisagens com o maravilhoso sabor da infância." - Kilian Orain, Télérama

 

"Criação audiovisual composta e projetada ao vivo, Antichambre é uma pequena maravilha cheia de poesia, que convida os jovens e os adultos a maravilharem-se."

- Callysta Croizer, Les Echos

 

"Antichambre é uma proposta poética e sensível que se desdobra em várias direções e se inspira em várias artes (...). É muito bonito e ficamos com a sensação de que nos foram dadas as chaves para uma melhor compreensão do trabalho dos artistas (...).

O resultado no ecrã é esplêndido e o prazer do público é evidente (...). É uma proposta bela e interessante, diferente de tudo o resto.”

- Mathieu Dochtermann, Puppet Gazette

 

"A possibilidade de ver o pequeno e delicado trabalho a ser criado diante dos nossos olhos, e depois projetado em grande escala com uma qualidade hipnótica, é muito bonita.

A rapidez, a simplicidade e a beleza com que estas imagens são criadas perante nós é algo de extraordinário (...). Durante uma hora, não estamos apenas a assistir a uma animação a ser criada ao vivo; estamos a ser transportados para a arte. Antichambre é diferente de tudo o que se possa ver no palco (...).”

- Scott Matthewman, The Reviews Hub ★★★★★

 

"É realmente notável de ver. (...). É muito emocionante - quase meditativo - ver cada cena a compor-se. (...).” - Salterton Arts Review ★★★★

 

BIO

O grupo Stereoptick formou-se em 2008, quando criou o primeiro espetáculo com o mesmo nome. É composto por Romain Bermond e Jean-Baptiste Maillet, artistas plásticos e músicos. Cada um dos seus espetáculos é construído ao vivo, à vista do público, a partir de uma partitura que constroem e escrevem em conjunto. O teatro de sombras, de objetos e de marionetas, o cinema mudo, os concertos eletrónicos ou não, os contos de fadas e os desenhos animados, são alguns dos muitos campos e géneros que os Stereoptik gostam de experimentar e esbater as fronteiras artísticas. No centro das múltiplas formas de arte que se apresentam em palco está um princípio: mostrar o processo técnico que leva ao aparecimento de personagens, pinturas e uma história. O público é livre de se deixar levar pelas imagens e histórias projetadas no ecrã, ou de ver em pormenor como o desenho se move no ecrã, como a tinta dá origem a uma silhueta sobre um fundo transparente e que instrumento é utilizado para lhe dar vida. Visuais, musicais e sem texto, as criações dos Stereoptik despertam a curiosidade e o espanto de públicos de todas as idades.

 

 

 

FICHA ARTÍSTICA

Conceção e interpretação: Jean-Baptiste Maillet, Romain Bermond Fotografias: Stereoptik, Richard Schroeder, Christophe Reynaud de Lage, Renaud Vezin Produção executiva e difusão: Les 2 Bureaux Coprodução: Théâtre de la Ville - Paris, L’Hectare - Territoires Vendômois - Centre National de la Marionnette, Le Trident - Scène Nationale de Cherbourg-en-Cotentin, Le Sablier - Centre National de la Marionnette, Le Parvis - Scène Nationale Tarbes Pyrénées, Lux - Scène Nationale de Valence, Folimage Em parceria com: L’Echalier - Agence Rurale de Développement Culturel, Théâtre des 2 Rives. Stereoptik é artista associado do Théâtre de la Ville - Paris e de L’Hectare - Territoires Vendômois - Centre National de la Marionnette. Companhia convencionada por Ministère de la Culture - DRAC Centre-Val de Loire e Région Centre-Val de Loire

www.stereoptik.com

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